reprodução humana sao paulo
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Como a genética influencia na infertilidade e como reprodução humana pode ajudar

Várias são as causas de infertilidade. Dentre elas, aquelas que possuem uma origem genética possuem um papel de destaque. Felizmente, o avanço da medicina já permite uma série de exames para que essas alterações no nosso DNA sejam detectadas. Desse modo, estratégias podem ser adotadas para que o objetivo final, uma gravidez exitosa, seja alcançado.

genetrica reprodução humana

Estima-se que alterações estruturais em determinados cromossomas, conhecidas por deleções, inversões ou translocações, respondam por até 20% das anomalias cromossômicas relacionadas à infertilidade. Tal quadro pode levar não só a dificuldade de obter a gravidez, bem como à abortamentos de repetição e nascimento de filhos com doenças e/ou com problemas para engravidar também.

 

Além disso, como já comentamos aqui, existe uma maior propensão de mulheres mais velhas a problemas de fertilidade e risco mais elevado de abortos em função de alterações genéticas que ocorrem nos seus óvulos. Nestes casos, mesmo quando a gravidez é bem-sucedida, a criança pode estar mais sujeita a alterações cromossômicas.

 

Falhas genéticas também podem responder pelo que se convencionou chamar de abortos de recorrência, ou seja, três ou mais abortos espontâneos no início da gestação, até 28 semanas. Contudo, é importante ressaltar que há estudos que já consideram esse diagnóstico a partir de dois episódios de perdas gestacionais. Pesquisas também já mostraram que, após o primeiro aborto espontâneo, as chances de se repetir o quadro são maiores do que em gestações que resultaram, anteriormente, em nascimento de bebê saudável.

 

A análise citogenética do casal, ou seja, a investigação e alterações dos cromossomos, é indicada quando existir histórico de perdas gestacionais de repetição, ou quando algum dos membros do casal possuir alguma característica em seu exame clínico, ou em seu histórico pessoal, ou familiar que sugira a existência de alguma síndrome genética.

Cabe ainda evidenciar a importância da avaliação citogenética do produto de um abortamento ou de um feto com malformações também, sempre que possível. Dessa maneira, conseguimos descobrir e manejar mais facilmente um casal que possua algum tipo de alteração genética.

endometrios e infertilidade
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A ENDOMETRIOSE É A MAIOR CAUSA DE INFERTILIDADE

A endometriose é a principal causa da infertilidade feminina, estudos indicam que entre 10 e 15% das mulheres em idade fértil sofrem com a ENDOMETRIOSE, mais de 30% dos casos de infertilidade estão ligados a doença.

O ENDOMÉTRIO é uma estrutura fundamental para a gestação, o tecido reveste a parede interna do útero e é onde o embrião se instala depois da fecundação, mas para que isso aconteça o endométrio precisa estar na espessura ideal e saudável.

endometriose dra amanda volpato alvarez reprodução humana são paulo

Logo após a menstruação o endométrio encontra-se descamado, e passa por um processo para aumentar de espessura e ficar pronto para receber um embrião, quando isso não acontece o endométrio é expelido pela menstruação, se soltando aos poucos da parede uterina dando origem ao sangramento da menstruação.

Mas para quem tem ENDOMETRIOSE esse tecido não é expelido totalmente, e volta para dentro do organismo, acumulando dentro do útero, trompas, ovários e até mesmo em partes do intestino, ocasionando um processo inflamatório que causa infertilidade.

endometrio comprometido

As pacientes apresentam sintomas como:

  • Cólicas abdominais fortes
  • Dor durante a relação sexual
  • Dor ao urinar
  • Náuseas
  • Constipação
  • Diarreia

Portanto é fundamental diagnosticar e tratar a endometriose, para que seu avanço não prejudique a fertilidade e a saúde da mulher como todo.

 

Dra. Amanda Volpato CRM 122.447 – Medicina Reprodutiva – IPGO

Agende seu horário: (11) 3885-4333 ou pelo whats: (011) 94821-6406

 

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endometriose dra amanda volpato alvarez reprodução humana são paulo 2
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Cuidado com sintomas como cólicas, conheça mais sobre a maior causa de infertilidade nas mulheres

As mulheres apresentam maior resistência a dor em muitos aspectos, não se sabe ao certo o motivo, mas aparentemente muitas conseguem suportar a dor durante mais tempo, porém essa característica pode prejudicar a saúde, quando não se procura ajuda especializada. A cólica menstrual é um sintoma que a maior parte das mulheres sentem, com menor ou maior intensidade. É um sinal que o corpo está iniciando o processo de outro ciclo menstrual saudável. Porém em alguns casos a dor pode ser muito forte e indicar outros problemas de saúde, como a endometriose.

Muitas mulheres não procuram ajuda especializada, por acharem que a dor da cólica é algo normal, e convivem a vida toda com uma dor que prejudica seu dia-a-dia, seu trabalho, suas atividades e se não tratada a endometriose pode causar infertilidade.

 

A endometriose é uma doença inflamatória crônica que é caracterizada pela existência de tecido endometrial, que consiste numa camada que reveste a parte interna do útero, que descama durante a menstruação.  Porém esse tecido não é eliminado nas pacientes que tem endometriose, ele vai aderindo e espalhando-se pela cavidade abdominal, comprometendo o funcionamento de tecidos e órgãos, em consequência disso algumas mulheres podem apresentar a dificuldade para engravidar.

endometriose dra amanda volpato alvarez reprodução humana são paulo

A Dra. Amanda Volpato Alvarez médica especialista em reprodução humana, afirma que a infertilidade acomete 50% das mulheres portadoras de endometriose, além de causar dor e muito desconforto no período menstrual.

Estudos indicam que o diagnóstico da endometriose é muito tardio, o que prejudica as pacientes, em média a doença demora 11 anos para ser diagnosticada, é o tempo que muitas mulheres convivem com os sintomas sem saber o que realmente está acontecendo.

O diagnóstico é realizado através de videolaproscpia que visualiza lesões e também a biopsia.

Depois do diagnóstico existem várias opções de tratamento tanto para a endometriose, quando para a infertilidade, nos casos que a fertilidade foi prejudicada é possível a reprodução assistida (FIV, inseminação, fertilização), geralmente a camada interna do útero é preservada, que não impede de a mulher gerar o bebe de forma natural.

A doença ainda não tem cura definitiva explica a Dra. Amanda Volpato, mas os tratamentos melhoram muito a qualidade de vida das pacientes e a infertilidade pode ser contornada.

Fique atenta para os principais sintomas:

Como relatado anteriormente um dos principais sintomas são a dor e dificuldade em engravidar.

Existem mulheres que sentem dores muito fortes e outras que não sentem nenhum desconforto, outros sintomas possíveis são:

 

  • Cólicas menstruais intensas e dor durante a menstruação;
  • Dor no período pré-menstrual;
  • Dor durante as relações sexuais;
  • Dor difusa ou crônica na região pélvica;
  • Fadiga crônica e exaustão;
  • Sangramento menstrual intenso ou irregular;
  • Alterações intestinais ou urinárias durante a menstruação;
  • Dificuldade para engravidar e infertilidade.

 

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HPV no sêmen causa infertilidade e aumenta a chance de aborto

 

O HPV

HPV é um vírus sexualmente transmissível. Existem diferentes tipos de HPV, que podem ser divididos 2 grupos: um associado a doenças malignas e outro, associado a verrugas genitais. Na mulher, os tipos de alto risco para malignidade estão associados ao câncer de colo do útero, ainda muito prevalente no mundo. No homem, os tipos de câncer associados ao HPV (câncer de pênis, anal ou em orofaringe) são mais raros, ocorrendo, na população geral, em 1-6 homens para cada 100.000 habitantes. Já os HPVs de baixo risco para malignidade estão associados tanto no homem como na mulher a verrugas genitais. Entretanto, a maioria dos casos de infecção pelo HPV são assintomáticos e as pessoas não sabem que estão infectadas.

 

HPV e infertilidade

A associação de HPV com infertilidade foi sugerida uma vez que alguns estudos demonstraram uma prevalência aumentada de HPV em homens inférteis, quando comparados a homens férteis.

 

Yang et al (2013) demonstrou uma frequência de 17,4% de HPV no sêmen de homens com infertilidade masculina idiopática, enquanto em homens férteis esta prevalência foi de apenas 6,7%. Outro autor (Foresta, 2010), também já havia demonstrado que a prevalência de HPV no sêmen de homens inférteis era muito maior que em homens férteis (10% vs 2,2 %).

 

Apesar das variações de frequência nos diferentes estudos, estes demonstram uma maior prevalência do vírus no sêmen de homens inférteis de origem desconhecida quando comparados a homens férteis, sugerindo que o HPV possa contribuir para a infertilidade.

 

Como pesquisar o HPV?

O HPV pode ser pesquisado no homem pela peniscopia e coleta de áreas que apresentem lesão. Pode ainda ser realizado pela técnica de PCR ou FISH no sêmen, PCR na urina, ou ainda pela captura híbrida em swab uretral. No Brasil, só realizamos a captura híbrida pelo swab ureteral ou de áreas de lesão no pênis.

 

O que fazer nos casos de HPV no sêmen?

Apesar de não ter tratamento para infecção por HPV, em mais de 60% dos casos o vírus é eliminado em cerca de 6 meses. Para casais jovens que podem esperar , é uma opção aguardar este tempo e repetir os exames em 6 meses, aumentando a chance de gravidez natural ou com tratamento. Para casais que não podem esperar (como mulheres com idade avançada ou baixa reserva ovariana), uma opção é uma lavagem especial do sêmen com heparinase, uma vez que a lavagem normal do sêmen realizada para FIV não é capaz de eliminar o vírus.

 

Fonte: http://www.ipgo.com.br/category/noticias/

 

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Muito mais comum do que se pensa, a clamídia que é causada pelo vírus Chlamydia trachomatis. Essa DST pode afetar a fertilidade. Por isso, quanto antes descobrir a existência dela e iniciar o tratamento melhor.

É chamada de doença silenciosa, pois em muitos casos não apresenta sintomas, mas existem exames específicos para detectar. Quando a doença não avança ou está em estágio inicial é possível tratar com medicamentos.

Dra. Amanda Volpato Alvarez site: www.amandavolpato.com.br

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A endometriose atinge entre 10% e 15% das mulheres em idade reprodutiva, é caracterizada pela fixação do endométrio em órgãos como trompas, ovários, bexiga o intestino. O endométrio que deveria ser eliminado na menstruação migra em sentido contrário e se aloja nesses órgãos.

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Além de vários sintomas como dor pélvica, menstruação dolorosa a mulher pode sofrer de infertilidade.

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A endometriose é uma doença que afeta cerca de 10% a 15% das mulheres em idade fértil, tem como característica a presença do tecido endometrial fora da sua localização normal, o endométrio deve estar presente somente dentro da cavidade uterina.

endometriose-infertilidade-feminina

Quando o endométrio está na localizado fora da cavidade uterina configura-se a endometriose, nesses casos pode estar no peritônio, nos ovários, nas trompas e infiltrando em tecidos fibrosos atrás do útero por exemplo.

O principal sintoma da endometriose é a dor pélvica crônica, as pacientes relatam dores muito fortes, antes e durante a menstruação, e geralmente esse quadro se agrava com  passar do tempo.

Outros sintomas conhecidos são

  • Dor durante a relação sexual
  • Dor ao evacuar ou diarreia durante a menstruação
  • Dor para urinar no período menstrual
  • Dores entre as menstruações
  • E infertilidade

Endometriose e a infertilidade

Outro grande problema que a endometriose causa é a dificuldade para engravidar, sendo responsável por 40 à 50% dos casos de infertilidade.

Os problemas causados pela endometriose podem ser:

  • Entupimento das trompas
  • Deficiência no transporte do óvulo fecundado
  • Alterações na ovulação
  • Dificuldades na aderência do óvulo fecundado

O tratamento da endometriose pode ser cirúrgico para reverter os sintomas e restaurar a infertilidade, ou no caso da infertilidade é possível utilizar FIV (Fertilização in vitro) para a mulher conseguir engravidar.