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Qual limite de idade para fazer fertilização in vitro

Por inúmeros motivos, atualmente muitas mulheres têm tomado a decisão de adiar a gravidez, mesmo com a técnica de fertilização in vitro. Existe uma idade limite para engravidar?

A idade é uma das principais questões que causa inquietação para quem deseja gerar um filho e quer esperar um pouco mais. Por esse motivo, o método já é mundialmente conhecido. No Brasil ele ainda está se desenvolvendo, assim como em outros países.

Mesmo essa técnica sendo uma das melhores a ser usada para gerar embriões, após os 43 anos a probabilidade para o êxito para engravidar acaba sendo restrita devida às condições naturais femininas por causa da idade.

A partir dos 38 anos a mulher realiza um processo de declínio a produção hormonal com a perda total dessa capacidade de fertilização depois dos 55 anos. Ainda é possível efetuar a fertilização in vitro com os óvulos femininos até os 43 anos. Apesar de ser uma idade já estabelecida, é necessário dizer que depende de pessoa para pessoa, pois as características particulares interferem muito.

Pode ser utilizada a opção de doação de óvulos de uma mulher com idade inferior em situações de baixa produção ovular. Nesse caso, tudo é feito anonimamente, tanto para quem doa como para quem recebe a doação. E obviamente, a doadora não detém quaisquer direito sobre a criança gerada.

Posso engravidar por FIV com mais de 43 anos?

Apesar de essa questão ser variável, vai depender da mulher e sua disposição para a gravidez acontecer.  Com 44 anos ou mais, é preciso ser feito exames de rotina de forma regular, praticar o tratamento médico correto e manter uma qualidade de vida saudável. Aliás, há mulheres na fase dos 40 anos que têm a gravidez mais sadia do que algumas mais jovens.

Para que a gestação aconteça da melhor maneira possível, são necessários alguns cuidados: furtar-se do consumo de substâncias como, tabaco, cafeína, álcool ou outras drogas, ter uma alimentação balanceada e praticar exercícios físicos regularmente.

Existem uma série de variáveis até mesmo genético que interferem no tema da idade, por isso é fundamental a avaliação com um médico especializado em reprodução humana.

 

 

 

 

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Maternidade após os 35 anos reprodução humana

 

Devido à busca de independência na área profissional e financeira, é cada vez mais freqüente que mulheres sintam-se mais confortáveis e estejam optando por engravidarem depois dos 35 anos. Porém, o envelhecimento dos ovários é um grande problema depois dessa idade.

Aos 35 anos, a mulher já não tem mais um estoque ovular como no início de sua vida, pois ao longo de sua idade o número de óvulos diminui 10%, perdendo também a sua qualidade. Aumenta a quantidade de óvulos com alterações genéticas e embriões têm mais chance de nascer com más-formações, podendo haver abortos e reduzindo a chance de uma gravidez espontânea saudável.

Porém, a idade é um dos fatores primordiais para a limitação da fertilidade. A chance em que o casal tem em engravidar é inversamente proporcional, a sua faixa etária como vê a seguir: 30 anos = 20%, 35 anos = 12% e 40 anos = 5%. E com a redução das chances, mesmo que consiga, a probabilidade de perda gestacional também aumenta, pois com 35 anos, cerca de 15% das gestações não evoluem, e nas pessoas de 40 anos, essa hipótese aumenta para 35%. Além de toda a dificuldade gestacional, existe ainda a estimativa maior do risco a obtenção da Síndrome de Down no decorrer da idade. O risco é de caso 1 para cada 1000 nascimentos aos 25 anos, 1 para cada 350 aos 35 anos e 1 para cada 100 aos 40 anos.

Um dos fatores que podem diminuir as chances de gravidez são os hábitos incorretos de alimentação, pois as ingestões em excesso de produtos industrializados, falta de alimentos orgânicos e naturais, usam de drogas como cigarros, bebidas alcoólicas, são fatores muito graves a saúde e comprometedora a fertilidade humana. A pesquisa aponta que o tabagismo pode acelerar a menopausa, adiantando seu processo em até cinco anos, diminuindo as chances de gravidez na fertilização in vitro em 30% e aumentando em 40% o risco de aborto e parto prematuro.

Contudo, mesmo com os cuidados supracitados, as mulheres devem fazer avaliação de forma habitual para saber como está à situação dos hormônios como o antimulleriano, que é responsável em definir a reserva ovariana, sendo necessária em alguns casos, a dosagem para mulheres acima de 30 anos que pretendam engravidar.

É recomendado que a pessoa que está a algum tempo tentando engravidar, procure auxílio médico, tendo em vista que aumenta consideravelmente com o método de reprodução assistida, entretanto as chances de sucesso variam de acordo com a idade e o perfil dos óvulos.

As chances de dar certo com a fertilização in vitro variam conforme a idade, 35 anos = 35% a 40% e 15% para 40 anos.

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5 dúvidas sobre infertilidade

1- A infertilidade é uma doença?

Sim. Uma doença é determinada pelo mau funcionamento e desordem de uma parte, órgão ou estrutura corporal. Ou seja, a infertilidade, tanto masculina quanto feminina está ligada a uma falha no sistema, que pode ser causada por hormônios ou pela estrutura.

2- Apenas mulheres são inférteis?

Não.  Apesar de esse diagnóstico ser feito muitas vezes em mulheres, o mesmo pode ocorrer para o seu cônjuge. No homem, a fertilidade é medida pela concentração ou contagem do esperma, onde é verificado a motilidade (capacidade de nadar corretamente) e a morfologia (análise que mede se ele tem formas normais). A falta de libido e disfunção erétil também auxiliam nessa causa.

3- Relaxar mais ajuda a engravidar?

Não. Se a circunstância for infertilidade, provém sempre de uma causa médica. É comprovado que nessa situação, em mais de 90% dos casos de pessoas inférteis têm problemas físicos que geraram isso. No homem, as causas podem ser problemas com a morfologia e até produção negativa ou baixa de esperma. Já na mulher, a irregular ou ausente ovulação, desequilíbrio no útero e endometriose, são algumas das principais causas para a infertilidade.

4- O estilo de vida pode causar infertilidade?

Não. Porém, alguns hábitos no estilo de vida podem alterar permanentemente a fertilidade. O baixo peso ou obesidade estão ligados ao risco de infertilidade, mas perder ou recuperar esse peso pode trazer rapidamente a capacidade de ser fértil outra vez. Assim como se alimentar de forma incorreta ou pouco saudável traz danos para a saúde, entretanto mudar a dieta para alimentos como frutas, legumes, laticínios, carnes magras e cereais integrais podem regular e auxiliar na ovulação. Fumar também está dentro de um dos hábitos que podem gerar essa condição, contudo com a restrição dessa prática, é capaz de engravidar em pouco tempo.

5- A idade interfere?

Sim e não. Apesar do fato da fertilidade diminuir com o passar dos anos, a juventude não é garantia da mesma. Pessoas jovens também correm o risco de sofrerem com a infertilidade. Assim como mulheres de 40 anos tem a chance de engravidar e gerar bebês sadios. Contudo, a probabilidade de começar a tentar ter filho mais cedo aumenta as chances de obter essa realização. Porém muitos estudos indicam que a taxa de fertilidade cai com o passar dos anos para homens e mulheres.

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Entenda mais sobre gravidez após os 35 anos

 

Engravidar, ser mãe, é o sonho de quase toda mulher. Porém, devido as mudanças de estilo de vida das mulheres modernas, vem postergando cada vez mais a idade para ter filhos.

Mas com o passar dos anos há um declínio da taxa de reserva ovariana e os óvulos gerados apresentam alterações. Por isso, muitas vezes, a infertilidade feminina é diagnosticada nesse período.

Nesse período também é possível a mulher ter a Falência Ovariana Precoce (FOP), também conhecida como menopausa prematura.  Essa condição ocorre somente em mulheres que já nasceram com a reserva ovariana mais baixa do que as demais.

Mulheres com mais de 35 anos, podem apresentar as seguintes limitações para engravidar

De 31 a 35 anos

As chances de engravidar em cada ciclo da menstruação é de 15%, nessa faixa etária 80% dos casais conseguem a gravidez em até 12 meses.

De 36 a 40 anos

As chances para cada ciclo menstrual caem para 9% e o percentual de casais que engravidam em até 12 meses fica numa média de 50%.

 

Esses percentuais podem ser variados, ou seja, se há realmente chances da mulher engravidar nessas faixas etárias, somente mediante a realização de exames (contagem de folículos antrais e o nível de hormônio anti-Mülleriano – HAM; e o diagnóstico de um especialista em reprodução humana.

Após a conclusão do médico para uma gravidez natural seja negativa, ou reduzida, ele a orientará a um tratamento de reprodução assistida.

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Como é a estimulação ovariana

 

Para a mulher obter o maior número de óvulos possíveis é preciso de estímulo, e isso se faz com medicações hormonais, pois quanto maior o número de óvulos, maior será a chance de formar embriões de qualidade e, assim, uma gravidez promissora.

Por isso, o estímulo ovarino é muito importante para as mulheres, principalmente aquelas que desejam ter um filho. Quando há falhas nesse estímulo, no ciclo menstrual, apenas um óvulo é liberado e mesmo assim, ele não tenha qualidade para ser fertilizado pelo espermatozoide e desenvolver um embrião.

As formas de estimular os ovários são variadas, o mais importante é utilizar medicações modernas e de elevado índice de pureza, assim os resultados são melhores.

 

Fase inicial ou de bloqueio: Nesse método o ciclo menstrual é bloqueado com ajuda de medicação, desta forma o tratamento para engravidar pode ser iniciado há qualquer momento. O objetivo do bloqueio é permitir que os folículos (estrutura onde ficam os óvulos), desenvolvam-se juntos, evitando que a ovulação aconteça antes do momento certo.

 

Fase da Estimulação: o médico receitará o medicamento adequado e com o uso ele agirá sobre os ovários, que formará óvulos maduros. Nessa fase, a paciente, pode de vez em quando fazer controle com a Ultrassonografia (diariamente ou em dias alternados), usar doses de hormônios. O objetivo é saber o momento certo para marcar a aspiração dos óvulos.

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Entenda mais sobre ICSI (A injeção intracitoplasmática de espermatozoides) para reprodução humana

Até o ano de 1994 o homem que tinha infertilidade ou que que tinham feito vasectomia e sem possibilidade de reversão eram excluídos do programa de fertilização in vitro convencional. Isso porque os inúmeros testes não obtinham bons resultados, ou na maioria das vezes, saldo zero.

 

Às vezes, no ejaculado, não há espermatozoide, mas eles podem ser obtidos através de uma punção no epidídimo ou testículo.

O método do ICSI é bem prático, o homem que tem um número muito baixo de espermatozoide, ou não existe no ejaculado passa por um procedimento bem simples. Através do ICSI é possível coletar um espermatozoide e injetá-lo em cada óvulo.

Para fazer o método do ICSI é muito simples, mas precisa de algumas indicações:

– Fazer somente quando houver alterações importantes na quantidade, movimentação e morfologia dos espermatozoides;

– Quanto existir bloqueio dos espermatozoides do testículo até a uretra (ex: vasectomia, ausência congênita de ducto deferente, etc.).  Quando há esses tipos de problemas, para realizar a fertilização é necessário que os espermatozoides sejam obtidos cirurgicamente do epidídimo ou dos testículos;

– Quando existirem alterações relacionadas ao momento da fertilização fazendo com que os espermatozoides não sejam capazes de penetrar dentro do óvulo;

– Quando existirem anticorpos antiespermatozoides que dificultem ou impeçam a fertilização ou seja, proteínas imunológicas que atacam e destroem os espermatozoides;

– Quando houver falha de fertilização em tentativas anteriores de FIV clássica;

– Quando se tratar de esperma congelado antes de um tratamento de câncer e a quantidade e qualidade deste esperma congelado for limitada.

 

O ICSI tem o mesmo procedimento que o da FIV. A diferença está no processo que, não permite milhares de espermatozoides circulando em volta do óvulo e somente um penetre e consiga a fertilização.

reprodução humana são paulo dra amanda volpato

O procedimento é o mesmo que o da FIV, ou seja, ao invés de deixar milhares de espermatozóides nadando em volta do óvulo para que somente um penetre e fertilize esse óvulo, uma micropipeta perfura a parede do óvulo e deposita o espermatozoide dento do local desejado.

Foi diagnosticado que mediante o uso dessa técnica cerca de 75% dos óvulos micro-injetados apresentarão fertilização, com formação de embriões em 60 a 80% das vezes.

isci reprodução humana reverte vasectomia

reprodução humana sao paulo
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Como a genética influencia na infertilidade e como reprodução humana pode ajudar

Várias são as causas de infertilidade. Dentre elas, aquelas que possuem uma origem genética possuem um papel de destaque. Felizmente, o avanço da medicina já permite uma série de exames para que essas alterações no nosso DNA sejam detectadas. Desse modo, estratégias podem ser adotadas para que o objetivo final, uma gravidez exitosa, seja alcançado.

genetrica reprodução humana

Estima-se que alterações estruturais em determinados cromossomas, conhecidas por deleções, inversões ou translocações, respondam por até 20% das anomalias cromossômicas relacionadas à infertilidade. Tal quadro pode levar não só a dificuldade de obter a gravidez, bem como à abortamentos de repetição e nascimento de filhos com doenças e/ou com problemas para engravidar também.

 

Além disso, como já comentamos aqui, existe uma maior propensão de mulheres mais velhas a problemas de fertilidade e risco mais elevado de abortos em função de alterações genéticas que ocorrem nos seus óvulos. Nestes casos, mesmo quando a gravidez é bem-sucedida, a criança pode estar mais sujeita a alterações cromossômicas.

 

Falhas genéticas também podem responder pelo que se convencionou chamar de abortos de recorrência, ou seja, três ou mais abortos espontâneos no início da gestação, até 28 semanas. Contudo, é importante ressaltar que há estudos que já consideram esse diagnóstico a partir de dois episódios de perdas gestacionais. Pesquisas também já mostraram que, após o primeiro aborto espontâneo, as chances de se repetir o quadro são maiores do que em gestações que resultaram, anteriormente, em nascimento de bebê saudável.

 

A análise citogenética do casal, ou seja, a investigação e alterações dos cromossomos, é indicada quando existir histórico de perdas gestacionais de repetição, ou quando algum dos membros do casal possuir alguma característica em seu exame clínico, ou em seu histórico pessoal, ou familiar que sugira a existência de alguma síndrome genética.

Cabe ainda evidenciar a importância da avaliação citogenética do produto de um abortamento ou de um feto com malformações também, sempre que possível. Dessa maneira, conseguimos descobrir e manejar mais facilmente um casal que possua algum tipo de alteração genética.

baixa reserva ovariana
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Tratamentos de reprodução humana para mulheres com baixa reserva ovariana

 

O Mini-FIV é um procedimento bastante parecido com a FIV tradicional, porém o seu principal objetivo é estimular a produção de poucos óvulos. O Mini-FIV é uma técnica bem aceita, isto porque além de não apresentar os efeitos da hiperestimulação (resposta exagerada do ovário ao estímulo promovido por indutores da ovulação), é um procedimento bastante acessível.

O FIV – Fertilização In Vitro Convencional (envolve controle hormonal do processo ovulatório, removendo o óvulo dos ovários femininos e permitindo que os espermatozoides fertilizem-o em um meio fluido – in vitro), muitas vezes é confundida com o Mini-FIV. Porém FIV, não inclui o estímulo ovariano e de nenhum óvulo que resulte do ciclo natural da ovulação da paciente. Dependendo da mulher, é administrado apenas um hormônio ao final do ciclo para que não haja ovulação precoce.

Doação de óvulos: Para quem não tem possiblidade de ter filhos, existe a possiblidade da doação de óvulos. Essa prática não é considerada perigosa no âmbito da lei, pois é uma reprodução assistida, ou seja, a doadora é anônima, somente oferece os seus óvulos a outro casal.  A família não tem acesso aos documentos da doadora, e, por isso não há nenhuma possibilidade contato.

O procedimento também é simples. O óvulo doado é fecundado em laboratório pelo espermatozoide do parceiro da receptora, logo após, os embriões gerados são inseridos no útero da futura mamãe.

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Casais que desejam ter filhos precisam ter hábitos saudáveis

Diversos estudos comprovam que os hábitos dos casais influenciam na sua qualidade de vida e na fertilidade. Se o casal deseja ter filhos é preciso que ambos evitem os seguintes hábitos:

Tabagismo

O cigarro é considerado o veneno reprodutivo mais potente do século. Vários estudos científicos comprovam seu efeito deletério sobre a saúde reprodutiva.

Nas mulheres a fertilidade pode reduzir em até 43% com o consumo do cigarro e homens fumantes produzem espermatozoides com mais anomalias.

Filhos de pais fumantes apresentam vários problemas de saúde, como infertilidade, menor aprendizado escolar e menor imunidade.

Alcoolismo

O consumo de bebida alcoólica também infere na fertilidade, estudos comprovam que homens que ingerem álcool, tem menos espermatozoides e com pior qualidade, afetando diretamente a fertilidade, os índices chegam até 55% de redução.

Mesmo uma pequena dose de álcool já afeta a fertilidade, um estudo comprovou que apenas 3 taças de vinho por semana, reduz a fertilidade das mulheres em até 60%.

Estresse e ansiedade

O estresse elevado prejudica a fertilidade tanto nos homens quanto nas mulheres, as pesquisas revelam que o stress reduz a produção de hormônios reprodutivos.

Privação de Sono

Um estudo preliminar revelou que homens que dormem menos de 6 horas por noite, tem 30% menos chances de engravidar suas parceiras do que homens que dormem entre 8 e 9 horas.

Alimentação e obesidade

 

A má alimentação com carência de nutrientes prejudica não só a fertilidade, mas também toda a saúde. A obesidade também afeta diretamente a fertilidade.

 

Dra. Amanda Volpato CRM 122.447 – Medicina Reprodutiva – IPGO

Agende seu horário: (11) 3885-4333 ou pelo whats: (011) 94821-6406

 

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endometrios e infertilidade
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A ENDOMETRIOSE É A MAIOR CAUSA DE INFERTILIDADE

A endometriose é a principal causa da infertilidade feminina, estudos indicam que entre 10 e 15% das mulheres em idade fértil sofrem com a ENDOMETRIOSE, mais de 30% dos casos de infertilidade estão ligados a doença.

O ENDOMÉTRIO é uma estrutura fundamental para a gestação, o tecido reveste a parede interna do útero e é onde o embrião se instala depois da fecundação, mas para que isso aconteça o endométrio precisa estar na espessura ideal e saudável.

endometriose dra amanda volpato alvarez reprodução humana são paulo

Logo após a menstruação o endométrio encontra-se descamado, e passa por um processo para aumentar de espessura e ficar pronto para receber um embrião, quando isso não acontece o endométrio é expelido pela menstruação, se soltando aos poucos da parede uterina dando origem ao sangramento da menstruação.

Mas para quem tem ENDOMETRIOSE esse tecido não é expelido totalmente, e volta para dentro do organismo, acumulando dentro do útero, trompas, ovários e até mesmo em partes do intestino, ocasionando um processo inflamatório que causa infertilidade.

endometrio comprometido

As pacientes apresentam sintomas como:

  • Cólicas abdominais fortes
  • Dor durante a relação sexual
  • Dor ao urinar
  • Náuseas
  • Constipação
  • Diarreia

Portanto é fundamental diagnosticar e tratar a endometriose, para que seu avanço não prejudique a fertilidade e a saúde da mulher como todo.

 

Dra. Amanda Volpato CRM 122.447 – Medicina Reprodutiva – IPGO

Agende seu horário: (11) 3885-4333 ou pelo whats: (011) 94821-6406

 

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