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Um estudo publicado na revista Reproduction em 2016 pesquisou diferentes tipos de exercícios e sua relação com a qualidade do sêmen. Foi evidenciado que poucos meses de atividade física já faz uma boa diferença. O grupo de pesquisa envolveu 397 homens que foram submetidos a treinamentos físicos contínuos, com intervalos de séries moderadas e de alta intensidade.

O resultado da pesquisa foi incrível pois houve melhora na qualidade e na integridade do DNA presente no sêmen, sobretudo nos homens com exercícios contínuos e moderados.

Essa descoberta é muito importante, pois revela a influencia na qualidade espermática aumentando as chances de conceber um filho. Espermatozoides de má qualidade e com o DNA fragmentado (uma fragilidade no código genético), estão ligados a maiores riscos de abortos espontâneos, defeitos genéticos e até gestação de curta duração. Por isso quanto maior a qualidade dos espermatozoides, maiores são as chances de gravidez.

 

Mas nem tudo são flores

A prática exagerada de exercícios pode afetar de forma negativa a fertilidade, por vários motivos. Esportes como ciclismo e automobilismo, podem ameaçar a fertilidade, porque causam pequenos traumas repetitivos nos testículos e por aquecerem a região pélvica. Muitas pessoas não sabem, mas os testículos ficam para fora justamente para que a temperatura seja mais baixa que a do corpo, por isso esportes que aquecem a região podem prejudicar a fertilidade.

O uso de anabolizantes e outras drogas para aumentar a performance nos exercícios é prejudicial para a saúde e para a fertilidade, isso porque a testosterona sintética inibe a produção dos espermatozoides e também pode ocasionar a redução do tamanho dos testículos.

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Cuidado com sintomas como cólicas, conheça mais sobre a maior causa de infertilidade nas mulheres

As mulheres apresentam maior resistência a dor em muitos aspectos, não se sabe ao certo o motivo, mas aparentemente muitas conseguem suportar a dor durante mais tempo, porém essa característica pode prejudicar a saúde, quando não se procura ajuda especializada. A cólica menstrual é um sintoma que a maior parte das mulheres sentem, com menor ou maior intensidade. É um sinal que o corpo está iniciando o processo de outro ciclo menstrual saudável. Porém em alguns casos a dor pode ser muito forte e indicar outros problemas de saúde, como a endometriose.

Muitas mulheres não procuram ajuda especializada, por acharem que a dor da cólica é algo normal, e convivem a vida toda com uma dor que prejudica seu dia-a-dia, seu trabalho, suas atividades e se não tratada a endometriose pode causar infertilidade.

 

A endometriose é uma doença inflamatória crônica que é caracterizada pela existência de tecido endometrial, que consiste numa camada que reveste a parte interna do útero, que descama durante a menstruação.  Porém esse tecido não é eliminado nas pacientes que tem endometriose, ele vai aderindo e espalhando-se pela cavidade abdominal, comprometendo o funcionamento de tecidos e órgãos, em consequência disso algumas mulheres podem apresentar a dificuldade para engravidar.

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A Dra. Amanda Volpato Alvarez médica especialista em reprodução humana, afirma que a infertilidade acomete 50% das mulheres portadoras de endometriose, além de causar dor e muito desconforto no período menstrual.

Estudos indicam que o diagnóstico da endometriose é muito tardio, o que prejudica as pacientes, em média a doença demora 11 anos para ser diagnosticada, é o tempo que muitas mulheres convivem com os sintomas sem saber o que realmente está acontecendo.

O diagnóstico é realizado através de videolaproscpia que visualiza lesões e também a biopsia.

Depois do diagnóstico existem várias opções de tratamento tanto para a endometriose, quando para a infertilidade, nos casos que a fertilidade foi prejudicada é possível a reprodução assistida (FIV, inseminação, fertilização), geralmente a camada interna do útero é preservada, que não impede de a mulher gerar o bebe de forma natural.

A doença ainda não tem cura definitiva explica a Dra. Amanda Volpato, mas os tratamentos melhoram muito a qualidade de vida das pacientes e a infertilidade pode ser contornada.

Fique atenta para os principais sintomas:

Como relatado anteriormente um dos principais sintomas são a dor e dificuldade em engravidar.

Existem mulheres que sentem dores muito fortes e outras que não sentem nenhum desconforto, outros sintomas possíveis são:

 

  • Cólicas menstruais intensas e dor durante a menstruação;
  • Dor no período pré-menstrual;
  • Dor durante as relações sexuais;
  • Dor difusa ou crônica na região pélvica;
  • Fadiga crônica e exaustão;
  • Sangramento menstrual intenso ou irregular;
  • Alterações intestinais ou urinárias durante a menstruação;
  • Dificuldade para engravidar e infertilidade.

 

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Onze mitos e verdades sobre fertilidade

 

#1 – Aborto natural reduz as chances de engravidar novamente.

MITO. Uma gravidez interrompida naturalmente por si só, não atrapalha novas gestações. Porém se houver recorrência é preciso investigar melhor, para identificar o que está acontecendo.

#2 – Obesidade prejudica a fertilidade?

Verdade. A obesidade pode causar disfunções hormonais que prejudicam o ciclo menstrual e a ovulação. Nos homens pode alterar o metabolismo, que influencia na mobilidade e forma dos espermatozoides.

#3 Os ovários policísticos impedem a gravidez.

MITO. Embora a (SOP) Síndrome dos ovários policísticos possa causar a falta de ovulação gerando a infertilidade, existem várias formas de tratamento que podem ajudar a mulher a engravidar. Muitas mulheres com SOP engravidam naturalmente. Os tratamentos para mulheres com ovários policísticos que desejam engravidar têm ótimos resultados

 

#4 – Atividade física em excesso pode atrapalhar a fertilidade?

Verdade. Atletas de alto desempenho com adoção de dieta rigorosas, com alta carga de estresse físico e emocional, podem sofrer de amenorreia, ou seja, falta de menstruação.

#5 – Fumar pode causar infertilidade?

Verdade. O tabagismo e o alcoolismo reduzem a fertilidade de homens e mulheres, neles os espermatozoides tem sua morfologia alterada e com dificuldade de locomoção, nas mulheres a qualidade dos óvulos também é reduzida.

#6 – Doenças sexualmente transmissível (DST), podem causar infertilidade?

Verdade. Doenças como gonorreia e clamídia respondem por 10 a 15% dos casos de infertilidade. Podem provocar inflamações no aparelho reprodutor feminino e alterar a produção de espermatozoides.

#7 – As mulheres geralmente são mais inférteis que os homens.

MITO.  Os casais inférteis têm 40% das causas nas mulheres, 40% nos homens e 20% em ambos. Portanto a afirmação é falsa.

#8 – O diabetes afeta a fertilidade?

Verdade. A diabetes causa transtorno hormonal que afeta a fertilidade de homens e mulheres. Por isso é fundamental o controle da diabetes e o acompanhamento médico, sobretudo nas pessoas que desejam ter filhos.

#9 – Se o homem já tem filho, então a infertilidade é pode ser da mulher?

MITO. Entre um filho mais velho e uma nova tentativa de ter filhos o homem pode ter sofrido alterações no sêmen que podem impedir de ter filhos novamente. Por isso é importante realizar exames que verifiquem a fertilidade masculina.

#10 – O uso prolongado de anticoncepcional pode causar infertilidade.

MITO.  O que geralmente acontece é que o uso da pílula pode “mascarar” problemas nos ovários (dificuldade de ovulação. Por exemplo), que só será descoberto após a suspensão da medicação.

#11 – A idade afeta a fertilidade.

Verdade. A idade da mulher é um dos principais fatores quando se calcula as chances de engravidar. Porém existem muitos tratamentos que podem melhorar a fertilidade feminina, por isso é importante procurar um médico especialista em reprodução humana.

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Tentante eu te entendo

 

Muitas mulheres que querem ter filhos enfrentam muitas barreiras, o desejo de ser mãe é algo natural em toda mulher, faz parte do nosso desenvolvimento e também foi o que trouxe nossa espécie até os dias atuais, existe algo muito profundo em ser mãe, somos responsáveis por garantir a sobrevivência de um ser, cuidar, ensinar, amar educar é algo simplesmente maravilhoso.

Ao optar por ter um filho a mulher enfrenta barreiras da família, do parceiro, trabalho, de ter que abandonar as regras que a sociedade moderna impõe a mulher, de ser bem-sucedida, se dedicar a vida ao trabalho etc. Mas o que fica claro é que a mulher consegue tudo isso e ainda ser mãe! Por isso admiro tanto minhas pacientes, porque também compartilho dos mesmos desafios.

A medicina reprodutiva busca ajudar aquelas mulheres e casais que tem infertilidade e através de técnicas avançadas e seguras realizar o sonho de ser mãe e também pai. Hoje a medicina oferece diversos recursos e muitos mitos foram derrubados, como a limitação pela idade, que embora seja uma realidade pode ser contornado através do tratamento. Outro mito é que geralmente é a mulher que tem infertilidade, em 40% dos casos é homem e em 40% é a mulher e em 20% dos casos os dois apresentam infertilidade.

Outro mito derrubado é que sempre a mulher irá gerar gêmeos com tratamento de reprodução assistida, hoje isso não é mais uma regra, com a tecnologia reduzimos o número de embriões necessários para os tratamentos, assim a chance de gêmeos é reduzida, embora maior do que no método natural.

Tratamentos a distância

Antigamente mulheres e casais que moram no interior ou em cidades sem clinicas de reprodução humana, precisavam deslocar-se para grandes centros visando realizar o sonho de ter um filho. Hoje temos o programa baby bag, na qual boa tarde do tratamento é feito a distância, assim as pacientes precisam se deslocar menos, reduzindo custos e facilitando o acesso ao serviço.

Gerando bebes saudáveis

Hoje temos disponíveis exames avançados e o aconselhamento genético, que permite evitar anomalias genéticas conhecidas nos bebes, em casais com histórico familiar de doenças e que tem maior probabilidade de gerar bebes com doenças genéticas.  É um tema delicado, porque muitos casais têm este tipo de preocupação, mas a sociedade não fala abertamente sobre o assunto, como se houvesse um preconceito, como se fosse errado desejar um bebe com saúde. Sabemos que muitas doenças podem ser evitadas, a questão não é evitar o bebe, mas sim a doença, essa abordagem é humana e válida.

Atendimento humanizado

Em nossa clinica o atendimento é humanizado, atendo as pacientes observando elas como um todo, o foco é o contexto, a saúde, com carinho e sensibilidade, para quem conhece o meu trabalho entende a diferença, lidamos com vidas e para nós cada pessoa, cada casal é único, portanto o tratamento é personalizado e os resultados satisfatórios.

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O PGD (Diagnóstico Genético Pré-Implantacional) e o PGS (Screening Cromossômico Pré-Gestacional) são exames que avaliam se o embrião possui alguma alteração genética ou cromossômica. Desta forma o médico e o casal podem tomar decisões de forma mais consciente. A técnica também pode ser utilizada quando há uma doença genética na família com mutação conhecida no DNA.

Os exames podem ser realizados por casais que estão fazendo tratamento de reprodução humana ou para aconselhamento genético.

PGD (examina doenças genéticas), diagnóstico genético pré-implantação, envolve a remoção de algumas células de um embrião de FIV para testá-lo para uma condição genética específica (fibrose cística, Doença de Gaucher entre outras, por exemplo) antes da transferência do embrião para o útero.

PGS (examina doenças cromossômicas), o rastreio genético pré-implantação, é o termo apropriado para testar a normalidade total cromossômica nos embriões. O PGS não está à procura de um diagnóstico da doença específica – é o rastreio do embrião para números de cromossomos normais. Com isso sabemos se o embrião tem alguma síndrome cromossômica como Síndrome de Down, Patau, Edwards e outras.

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HPV no sêmen causa infertilidade e aumenta a chance de aborto

 

O HPV

HPV é um vírus sexualmente transmissível. Existem diferentes tipos de HPV, que podem ser divididos 2 grupos: um associado a doenças malignas e outro, associado a verrugas genitais. Na mulher, os tipos de alto risco para malignidade estão associados ao câncer de colo do útero, ainda muito prevalente no mundo. No homem, os tipos de câncer associados ao HPV (câncer de pênis, anal ou em orofaringe) são mais raros, ocorrendo, na população geral, em 1-6 homens para cada 100.000 habitantes. Já os HPVs de baixo risco para malignidade estão associados tanto no homem como na mulher a verrugas genitais. Entretanto, a maioria dos casos de infecção pelo HPV são assintomáticos e as pessoas não sabem que estão infectadas.

 

HPV e infertilidade

A associação de HPV com infertilidade foi sugerida uma vez que alguns estudos demonstraram uma prevalência aumentada de HPV em homens inférteis, quando comparados a homens férteis.

 

Yang et al (2013) demonstrou uma frequência de 17,4% de HPV no sêmen de homens com infertilidade masculina idiopática, enquanto em homens férteis esta prevalência foi de apenas 6,7%. Outro autor (Foresta, 2010), também já havia demonstrado que a prevalência de HPV no sêmen de homens inférteis era muito maior que em homens férteis (10% vs 2,2 %).

 

Apesar das variações de frequência nos diferentes estudos, estes demonstram uma maior prevalência do vírus no sêmen de homens inférteis de origem desconhecida quando comparados a homens férteis, sugerindo que o HPV possa contribuir para a infertilidade.

 

Como pesquisar o HPV?

O HPV pode ser pesquisado no homem pela peniscopia e coleta de áreas que apresentem lesão. Pode ainda ser realizado pela técnica de PCR ou FISH no sêmen, PCR na urina, ou ainda pela captura híbrida em swab uretral. No Brasil, só realizamos a captura híbrida pelo swab ureteral ou de áreas de lesão no pênis.

 

O que fazer nos casos de HPV no sêmen?

Apesar de não ter tratamento para infecção por HPV, em mais de 60% dos casos o vírus é eliminado em cerca de 6 meses. Para casais jovens que podem esperar , é uma opção aguardar este tempo e repetir os exames em 6 meses, aumentando a chance de gravidez natural ou com tratamento. Para casais que não podem esperar (como mulheres com idade avançada ou baixa reserva ovariana), uma opção é uma lavagem especial do sêmen com heparinase, uma vez que a lavagem normal do sêmen realizada para FIV não é capaz de eliminar o vírus.

 

Fonte: http://www.ipgo.com.br/category/noticias/

 

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Novo exame pode ser útil para pacientes com falhas de implantação em ciclos de fertilização in vitro.

 

Existem vários fatores que contribuem para o sucesso de uma fertilização in vitro, como embriões de boa qualidade e a receptividade do endométrio, porém em alguns casos nos quais esses fatores estão em ótimas condições, não há a fecundação.

Vários estudos foram feitos para identificar o motivo do insucesso da FIV nesses casos, e a contração uterina foi apontada como uma das causas que impedem a fecundação, logo após a implantação do embrião alguns tipos de contrações podem alterar a localização do embrião e impedir sua fixação.

Através de um exame de ressonância nuclear magnética conhecido como cine-mode-display é possível identificar as contrações uterinas da paciente, com essas informações o médico irá avaliar o uso de uma medicação que irá reduzir as contrações, aumentando as taxas de sucesso da FIV.

As pesquisas comprovaram que o uso do medicamento Atosiban em pacientes com contrações irregulares, aumentou a taxa de sucesso da FIV para 43,7%.

Pacientes com miomas

O exame também se mostrou eficaz para pacientes com miomas uterinos, que podem causar infertilidade, com o exame é possível avaliar o uso do medicamento Atosiban ou a retirada do mioma, visando melhorar as taxas de sucesso da FIV.

 

Pacientes com endometriose

A endometriose é uma das principais causas da infertilidade feminina, através do exame cine-mode-display é possível avaliar as condições da contração e optar pelo uso do medicamento, que poderá aumentar as chances de sucesso da fertilização,

 

Resumindo:

 

Ressonância cine-mode-display pode ser útil em pacientes com miomas, endometriose e falhas de implantação para tentar entender o motivo desta falha e orientar um tratamento alternativo com Atosiban para aumentar as chances de implantação.

Marque sua consulta pelo telefone: (11) 3885-4333 ou pelo Whats: