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DeHumberto Mingoranze / Notícias / 0 comentários

Entender a EPIGENÉTICA é importante para os futuros pais! Reprodução Humana

Antigamente acreditava-se que os genes eram determinantes na transferência de nossas características para nossos filhos, nosso mapa genético poderia indicar se iriamos ser obesos, diabéticos, se nosso coração seria forte ou não.

Porém estudos recentes descobriram que existe algo mais complexo na determinação do que iremos ter ou não, essa condição é a EPIGENÉTICA, que significa ACIMA DA GENÉTICA.

Se uma pessoa possui um gene para ter determinada doença, isso não quer dizer que ela irá manifestar essa condição, é preciso haver uma ativação dos genes para que a doença apareça, se por algum motivo o organismo não ativar os genes, a doença não irá se manifestar, e isso acontece devido as condições externas, como alimentação, comportamento, atividades físicas, exposição a poluição, entre outros fatores.

Nesse sentido um casal que deseja engravidar, pode mudar sua “programação genética” um ano antes de gerar o filho, buscando transmitir suas melhores características. Um casal obeso por exemplo, pode mudar sua alimentação, comportamento e perder peso, desta forma reduzirá as chances de o filho ter problemas com a obesidade.

O mesmo ocorre com álcool, drogas, tabagismo e muitas outras possibilidades.

A ciência não sabe dizer exatamente como ativar ou desativar determinadas expressões genicas, mas sabe-se que a alimentação e uma vida saudável tem forte impacto!

A EPIGENÉTICA ATUA DURANTE TODA NOSSA VIDA e em qualquer momento podemos alterar nosso comportamento, visando ter uma melhor qualidade de vida, reduzindo a chance de surgirem doenças que estavam “programadas” para aparecer.

Durante a gestação a mãe transfere para o feto nutrientes, sentimentos, substancias que irão modelar suas expressões gênicas, assim é muito importante ter um acompanhamento adequado durante a gestação, pois terá forte impacto no desenvolvimento futuro do seu filho.

Pesquisas sugerem que se uma gestante passa por um trauma, ou se alimenta mal durante a gestação, pode transferir expressões genéticas para seus filhos, que poderão ser adultos abaixo do peso e ter comportamentos alterados devido ao trauma sofrido pela mãe, durante sua gestação.

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