polipo endocervical tratamento
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Um acompanhamento médico constante pode diagnosticar e prevenir complicações causadas pelo pólipo endocervical.

Nessa condição, as células uterinas crescem de forma desordenada, tornando-se uma espécie de cisto que pode se alojar no tecido interno ou ligar-se ao útero por um fino cordão, podendo também formar secreções ao redor.

O principal sintoma é a dificuldade na fertilização, uma vez que o caminho do embrião para o tecido inteiro é bloqueado, fazendo com que ele saia do local sem engravidar.

O pólipo é causado, principalmente, por alterações hormonais, sendo as mais comuns durante o período fértil ou na menopausa, sendo que o histórico na família pode levar a condição. Fatores de risco, como obesidade e hipertensão também podem interferir.

O tratamento é recomendado quando a formação de células provoca sintomas ou se transforma em um tumor maligno. A sua remoção é recomendada quando a formação de células provoca sintomas ou se transforma em um tumor maligno.

Dra. Amanda Volpato CRM 122.447 – Medicina Reprodutiva – IPGO

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OVODOAÇÃO E A EXPRESSÃO GENÉTICA

 

A ovodoação compartilhada talvez seja um dos processos mais bonitos e generosos de gravidez, principalmente devido ao seu processo em que duas mães geram um filho.

 

Explicando, neste procedimento uma família não consegue engravidar por falta de óvulos da mulher. Para solucionar, há a doação de óvulos por outra mãe, sendo que o meio mais comum de haver esta transferência é por meio de uma espécie de banco de óvulos.

 

Após uma série de exames para buscar o óvulo de quem possua as características mais parecidas possíveis com a receptora, é realizada a Fertilização In Vitro, no qual é usado o óvulo doado e somado ao gene do pai, acontecendo então a fertilização em laboratório para fecundar na futura mãe.

 

E é aí que entra uma parte singular desta técnica: A doadora colabora com o DNA que estará presente no bebê, mas a receptora colabora com a expressão por causa de um fenômeno chamado epigenética.

 

Presente em todos nós, a epigenética é um fenômeno no qual o ambiente molda a forma o corpo lê e usa o DNA, e reflete diretamente nas características que os filhos terão durante a gravidez, infância e vida adulta.

 

Ou seja, isso significa um impacto direto nos nove meses em que o bebê está dentro do útero da mãe, e com isso podemos afirmar que esse bebê terá as muitas características da mãe que o gerou, nutrientes, sentimentos e muitas variáveis são transmitidas durante o magnífico momento da gestação.

SINTOMAS DA INFERTILIDADE FEMININA - preço da reprodução humana em sao paulo
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SINTOMAS DA INFERTILIDADE FEMININA – REPRODUÇÃO HUMANA SÃO PAULO

 

O corpo da mulher costuma dar alguns sinais que está com problemas de infertilidade, e é importante ficar atento aos sintomas apresentados quando a gravidez é inviabilizada por algum problema corporal.

 

Os principais sintomas podem acontecer durante o período menstrual, apresentando um sangue mais escuro, ciclo irregular ou ainda menstruações longas e dolorosas. Além de infertilidade, esses problemas podem significar um quadro de endometriose, que é quando o tecido que reveste o útero cresce fora desta região, ocasionando problemas hormonais e dores em algumas partes do corpo.

 

E são os problemas hormonais que podem causar problemas na gravidez, que se manifestam através de alguns sintomas como ganhar peso sem explicações, acne excessiva e pelos faciais.

 

No caso de alguns desses sintomas, é importante consultar o médico regularmente para que seja possível indicar o melhor tratamento ou outros métodos para que seja possível engravidar.

 

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DEPOIS DOS 30 – REPRODUÇÃO HUMANA EM SÃO PAULO

 

O número de mulheres que resolve esperar para ter um filho cresce ano após ano. De acordo com o Ministério da Saúde, o número de mães que tem o seu primeiro filho depois dos 35 subiu 65%, enquanto que a maternidade entre 20 e 29 anos caiu 15%.

 

A carreira profissional, bem como o adiamento de planos para casamento, são os principais motivos para que o desejo de ser mãe seja colocado um pouco mais tarde no projeto de vida pessoal das mulheres.

 

Com isso, a procura por métodos como fertilização in vitro e congelamento dos óvulos tem crescido para que as chances de ser mãe aumentem depois dos 30, podendo ter maiores possibilidades de concretizar a idéia da maternidade daqui alguns anos.

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Uma condição que pode dificultar a fertilidade é a hidrossalpinge, que ocorre
nas tubas uterinas, uma espécie de caminho para que o óvulo seja
deslocado do ovário para o útero.

👉 Nessa condição, essas tubas são obstruídas por um líquido claro,
impossibilitando que o óvulo se acomode nas trompas, e, ocasionalmente,
o espermatozoide não chegue ao gameta, ocorrendo assim problemas para
engravidar e, em alguns casos, dor pélvica ou no abdômen.

Como a maioria das mulheres não tem nenhum sintoma físico, o seu
diagnóstico costuma ser feito em exames ginecológicos de rotina, ou após
várias tentativas frustradas de gravidez.

⚕️O tratamento da hidrossalpinge ocorre através de um procedimento
laparoscópico e, apesar da fertilidade ser possível novamente,
recomenda-se uma técnica de reprodução assistida, evitando assim uma
gravidez ectópica (quando uma gestação ocorre fora do útero).

 

Dra. Amanda Volpato CRM 122.447 – Medicina Reprodutiva – IPGO

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Inseminação artificial

A inseminação artificial consiste em colocar espermatozóides previamente selecionados de uma amostra no útero da mulher.

 

A inseminação artificial consiste em colocar espermatozóides, previamente selecionados de uma amostra, no útero da mulher. O esperma pode ser fornecido pelo parceiro (AIH) ou por um banco de esperma (AID) . A fim de aumentar as chances de gravidez, os ovários são estimulados com hormônios e a ovulação é monitorada, a fim de se conhecer o melhor momento para realizar o procedimento de inseminação.

O esperma pode ser fornecido pelo parceiro ( inseminação -Artificial com esperma parceiro (AIH) – ) ou a partir de um banco de esperma ( inseminação -Artificial com esperma de dador (IAD) – ). O sêmen é preparado no laboratório, onde os espermatozóides móveis são separados dos outros componentes (plasma seminal e outras células). Para aumentar as chances de uma gravidez, os ovários são estimulados com hormônios e a ovulação é monitorada para determinar o melhor momento para realizar o procedimento de inseminação.

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Fisiologia reprodutiva masculina

Os gametas masculinos (espermatozóides) estão continuamente sendo produzidos e esse processo ocorre nos dutos seminais dos testículos do macho.

Um espermatozóide ou um gameta masculino é uma célula com a capacidade de se mover. Sua cabeça contém o núcleo com o material genético que passa os cromossomos paternos para o futuro embrião (pré-embrião).

Hormônios como a testosterona, LH e FSH afetam as espermatogônias (células germinativas masculinas primárias) que sofrem divisão mitótica e produzem dois espermatócitos cada. Cada espermatócito produz dois espermátides – espermatozóides primário contendo apenas 23 cromossomas (metade dos 46 cromossomas do resto das células do organismo) e que, depois de um processo de diferenciação, tornar-se espermatozóides. Isso ocorre em pouco mais de 60 dias e os espermatozóides formados são armazenados no epidídimo (na periferia dos testículos), onde adquirem sua capacidade de movimento. Eles podem permanecer lá por aproximadamente dez dias.

No momento da ejaculação, os espermatozóides liberados passam para a uretra, onde se misturam com o líquido seminal e prostático, a fim de formar o esperma antes de deixar o corpo. Uma vez fora do corpo masculino, eles passam por um processo de capacitação para poder fertilizar o óvulo feminino (oócito).

Embora esse processo ocorra continuamente, sua longa duração (quase 80 dias no geral) influencia muito a fertilidade real do homem. Entre outros fatores, o período de tempo entre as ejaculações o influencia: se este período for maior ou menor do que o período ideal de tempo (72 horas), a alteração na contagem de espermatozóides ocorre. Além disso, durante 80 dias, os espermatozóides em formação podem ser afetados por agentes externos, como toxinas ambientais, medicamentos ou estresse.

O número de espermatozóides em cada ejaculação é alto, provavelmente por razões relacionadas à sobrevivência da espécie. Considera-se normal contar mais de 15 milhões de espermatozóides móveis normais por milímetro (a ejaculação média consiste em dois a seis milímetros). Os gametas masculinos sobrevivem à criopreservação e descongelam muito bem. Graças a essa peculiaridade, o esperma criopreservado tem sido usado em bancos de esperma e aplicado com sucesso na Reprodução Humana.

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Existem efeitos colaterais durante a estimulação para inseminação ou fertilização in vitro?

Estimulação provoca efeitos colaterais devido ao uso de hormônios. Alguns pacientes não experimentam nenhum desconforto e outros sofrem de sintomas como inchaço, seios sensíveis, retenção de líquidos, dores de cabeça leves. Se isso ocorrer, informe a equipe médica e eles lhe dirão o que fazer.

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A infertilidade em homens que realizaram cirurgia de planejamento familiar (vasectomia) é um problema bastante freqüente, pois as circunstâncias de todos podem mudar, levando a uma reconsideração de situações anteriormente consideradas irreversíveis. A reprodução humana é uma área especializada da medicina que compartilha o conhecimento da ginecologia e da biologia reprodutiva. Desenvolveu técnicas para identificar e tratar casos de esterilidade por vezes complexos e tem recursos suficientes para ajudar pacientes que desejam ter um filho após terem sido submetidos a vasectomia.

Os procedimentos terapêuticos atuais são:

  • Fertilização In Vitro (IVF) com injeção intracitoplasmática de espermatozóides (ICSI); o esperma é recuperado de um testículo, epidídimo ou ducto deferente.
  • Reparo microcirúrgico do ducto seminal (vasovasostomia).

Os fatores que determinam a escolha do procedimento terapêutico são, antes de mais nada, a idade da mulher (acima de 35 anos) e a probabilidade de mais de uma gravidez no futuro.

No caso em que a mulher tem mais de 35 anos, e / ou o casal não quer ter outro filho depois de ter tido o primeiro, o tratamento recomendado é a recuperação cirúrgica de espermatozóides em conjunto com o IVF-ICSI.

Com esta alternativa, o tempo entre a realização do tratamento e a possível gravidez resultante é bastante curto e, quando não se deseja outra gravidez, não é necessário que o casal tome precauções contraceptivas.

Se a repermeabilidade dos ductos espermáticos é necessária para provocar uma gravidez espontânea, então o tratamento apropriado é um reparo microcirúrgico dos ductos deferentes. Quando o resultado da operação é satisfatório e há espermatozóides quando ocorre a ejaculação e ocorre uma gestação espontânea, o casal deve tomar precauções contraceptivas se não quiser ter mais filhos.

Além disso, com essa técnica, o tempo necessário para ver os resultados é mais longo e, portanto, não é aconselhável para mulheres com mais de 35 anos.

No caso em que, após uma vasovasostomia, a gravidez não ocorre devido à ausência ou à quantidade insuficiente de espermatozóides ou à falta deles, podem ser consideradas as técnicas de reprodução assistida (FIV-ICSI).

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Esterilidade causada por ligadura tubária

Não é incomum que uma mulher que passou por laqueadura queira engravidar novamente alguns anos depois. Há muitas razões (pessoal, familiar, relacionamento …) para querer ter outro filho, pois as circunstâncias variam com o tempo, e uma decisão que antes parecia definitiva agora tem que ser reconsiderada.

A técnica de ligadura tubária envolve o bloqueio cirúrgico do espermatozóide de alcançar a ampola da tuba uterina e, com ele, a fertilização do óvulo que ocorre naturalmente nessa área. Normalmente, um segmento do tubo é amarrado com uma ligadura absorvível e removido. Como resultado deste procedimento, as extremidades cortadas do tubo separam-se, aumentando assim a eficácia contraceptiva da técnica. A desvantagem do tratamento surge quando a função original dos tubos tem que ser restaurada.

Mesmo que atingir a repermeabilidade seja tecnicamente possível, o procedimento envolve várias desvantagens: a distância entre os segmentos recortados e a adesão, entre outros. Mesmo uma técnica cirúrgica perfeita não pode garantir a eficácia do reparo, pois depende de muitos fatores (tanto a permeabilidade quanto a motilidade do tubo precisam ser restauradas). No entanto, em alguns casos, esta técnica é especialmente recomendada; por exemplo, quando mulheres muito jovens consideram mais de uma gravidez no futuro.

Atualmente, as mulheres que se submeteram à laqueadura frequentemente optam pela FIV, pois permite que o paciente engravide mais cedo, sem ter que esperar pelos resultados de um procedimento cirúrgico. No entanto, a idade da mulher é um fator decisivo para o sucesso deste tratamento, pois as chances de uma gravidez diminuem com a idade. Portanto, uma vez tomada a decisão, não é prudente atrasá-la.