obesidade e infertilidade
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A obesidade prejudica a saúde reprodutiva

Segundo dados do ministério da saúde mais de 50% da população feminina do Brasil está acima do peso. A obesidade pode causar diabetes, pressão alta, doenças do coração, dores na coluna ou joelho e a infertilidade.

Muitas pessoas não sabem, mas o sobrepeso pode sim afetar a fertilidade tanto de homens quanto de mulheres.

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Nas mulheres o excesso de gordura pode ocasionar o distúrbio na produção e metabolização do estrógeno, um hormônio fabricado pelos ovários e na ovolução. Ciclos menstruais irregulares, de menos de 15 dias, ou mais longos a cada 2 ou 3 meses, tornam-se mais comuns, reduzindo as possiblidades de gravidez e aumentando as chances de abortos, sem falar que pacientes com obesidade tem mais risco de desenvolver alterações no endométrio.

No tratamento de reprodução assistida o estilo de vida é um fator importante para o sucesso da gestação, bem como para o bem-estar e o desenvolvimento do bebe.

Por isso é importante o controle do peso com boa alimentação e prática regular de exercícios.

 

Dra. Amanda Volpato CRM 122.447 – Medicina Reprodutiva – IPGO

Agende seu horário: (11) 3885-4333

 

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O que é o descolamento da placenta?

Recentemente foi muito falado na mídia o termo descolamento da placenta, por conta do que aconteceu com a apresentadora de TV Eliana.

A gravidade do descolamento da placenta varia para cada paciente. Esse processo é caracterizado quando uma porção da placenta, se desprende da parte uterina endometrial. Há descolamento menores que geram dor e desconforto e os maiores, que podem resultar em sangramentos intensos, em ambos os casos o repouso é fundamental, para reduzir os riscos para a mãe e o bebe.

Pode ser indicado medicamentos visando reduzir o estado de contração do útero, com o objetivo de aumentar a permanência do bebe na barriga da mãe, até o período considerado “TERMO”, que corresponde a idade gestacional de 37 a 40 semanas.

O descolamento de placenta pode apresentar-se com maior gravidade, que pode evoluir para uma perda sanguínea importante com risco de choque hipovolêmico, essa é uma situação de emergência que pode representar risco de vida.

As causas do descolamento de placenta podem variar como:

  • Quedas
  • Acidentes de carro
  • Excesso de exercícios físico ou esforço
  • Estresse elevado
  • Obesidade
  • Infecções
  • Má cicatrização de cesáreas anteriores
  • Hipertensão

 

Por isso o acompanhamento durante a gestação é importante, para avaliar como está sendo o processo gestacional, minimizando os riscos tanto para o bebe quando para a mãe.

Dra. Amanda Volpato CRM 122.447 – Medicina Reprodutiva – IPGO

Agende seu horário: (11) 3885-4333

 

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mioma uterino reprodução humana
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Mioma atinge 20 a 30% das mulheres em idade fértil e podem prejudicar a fertilidade.

 

O mioma é uma espécie de nódulo que se desenvolve no útero da mulher, um tumor benigno. Por se localizar nessa região pode causar infertilidade. A incidência no Brasil é estimada em 20 a 30% nas mulheres com idade fértil.

Não existe uma causa especifica para a origem do mioma, mas em muitos casos há uma correlação genética, por isso quem tem histórico na família deve ficar mais atenta.

Existem quatro tipos de mioma, que pode ser de origem submucosa, ou seja, fica alojado dentro da cavidade uterina;

Intramural, fica na parede muscular do útero ;

Suberoso, posicionado na parede mais externa do útero;

Pediculado este fica para fora útero e fica ligado ao mesmo por um pediculado, uma membrana.

O mioma de origem submucosa é que pode acarretar a infertilidade, devido a sua posição mais perto da cavidade uterina, o seu tamanho também influencia, quando maior o nódulo maiores são as chances de distorcer ou contrair a região dificultando a implantação do embrião.

Dependendo do tamanho do nódulo é possível perceber sintomas como:

  • Sangramento uterino intenso e anormal, durante a menstruação ou no meio ciclo

 

  • Dores durante a relação sexual
  • Alteração na evacuação
  • Anemia por deficiência de ferro

O diagnóstico pode ser feito com um ultrassom transvaginal ou outros exames de rotina de imagem, que são capazes de identificar o nódulo.

 

Dra. Amanda Volpato CRM 122.447 – Medicina Reprodutiva – IPGO

Agende seu horário: (11) 3885-4333

 

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exame reprodução humana
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Novo exame ajuda a aumentar as chances de sucesso nos tratamentos de reprodução humana

Estudos demonstram que variações genéticas entre as mulheres interferem na resposta a estimulação hormonal, e da mesma forma na produção dos óvulos durante o tratamento de reprodução humana.

A PESQUISA DE POLIMORFISMOS DO RECEPTOR DE FSH (FSHR) é um exame de sangue que permite avaliar a resposta de cada paciente ao tratamento de estimulação ovariana e na escolha do método mais eficiente para cada paciente.

O exame permite individualizar ainda mais o tratamento, baseando-se no perfil de cada indivíduo.

 

O Gene do Receptor do Hormônio Folículos Estimulante (FSHR) tem um papel importante na função ovariana, portanto variações deste gene (poliformismos) podem ter relação direta com a escolha da medicação ideal para a paciente, interferindo no resultado do tratamento de fertilidade.

 

 

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Um estudo publicado na revista Reproduction em 2016 pesquisou diferentes tipos de exercícios e sua relação com a qualidade do sêmen. Foi evidenciado que poucos meses de atividade física já faz uma boa diferença. O grupo de pesquisa envolveu 397 homens que foram submetidos a treinamentos físicos contínuos, com intervalos de séries moderadas e de alta intensidade.

O resultado da pesquisa foi incrível pois houve melhora na qualidade e na integridade do DNA presente no sêmen, sobretudo nos homens com exercícios contínuos e moderados.

Essa descoberta é muito importante, pois revela a influencia na qualidade espermática aumentando as chances de conceber um filho. Espermatozoides de má qualidade e com o DNA fragmentado (uma fragilidade no código genético), estão ligados a maiores riscos de abortos espontâneos, defeitos genéticos e até gestação de curta duração. Por isso quanto maior a qualidade dos espermatozoides, maiores são as chances de gravidez.

 

Mas nem tudo são flores

A prática exagerada de exercícios pode afetar de forma negativa a fertilidade, por vários motivos. Esportes como ciclismo e automobilismo, podem ameaçar a fertilidade, porque causam pequenos traumas repetitivos nos testículos e por aquecerem a região pélvica. Muitas pessoas não sabem, mas os testículos ficam para fora justamente para que a temperatura seja mais baixa que a do corpo, por isso esportes que aquecem a região podem prejudicar a fertilidade.

O uso de anabolizantes e outras drogas para aumentar a performance nos exercícios é prejudicial para a saúde e para a fertilidade, isso porque a testosterona sintética inibe a produção dos espermatozoides e também pode ocasionar a redução do tamanho dos testículos.

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Cuidado com sintomas como cólicas, conheça mais sobre a maior causa de infertilidade nas mulheres

As mulheres apresentam maior resistência a dor em muitos aspectos, não se sabe ao certo o motivo, mas aparentemente muitas conseguem suportar a dor durante mais tempo, porém essa característica pode prejudicar a saúde, quando não se procura ajuda especializada. A cólica menstrual é um sintoma que a maior parte das mulheres sentem, com menor ou maior intensidade. É um sinal que o corpo está iniciando o processo de outro ciclo menstrual saudável. Porém em alguns casos a dor pode ser muito forte e indicar outros problemas de saúde, como a endometriose.

Muitas mulheres não procuram ajuda especializada, por acharem que a dor da cólica é algo normal, e convivem a vida toda com uma dor que prejudica seu dia-a-dia, seu trabalho, suas atividades e se não tratada a endometriose pode causar infertilidade.

 

A endometriose é uma doença inflamatória crônica que é caracterizada pela existência de tecido endometrial, que consiste numa camada que reveste a parte interna do útero, que descama durante a menstruação.  Porém esse tecido não é eliminado nas pacientes que tem endometriose, ele vai aderindo e espalhando-se pela cavidade abdominal, comprometendo o funcionamento de tecidos e órgãos, em consequência disso algumas mulheres podem apresentar a dificuldade para engravidar.

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A Dra. Amanda Volpato Alvarez médica especialista em reprodução humana, afirma que a infertilidade acomete 50% das mulheres portadoras de endometriose, além de causar dor e muito desconforto no período menstrual.

Estudos indicam que o diagnóstico da endometriose é muito tardio, o que prejudica as pacientes, em média a doença demora 11 anos para ser diagnosticada, é o tempo que muitas mulheres convivem com os sintomas sem saber o que realmente está acontecendo.

O diagnóstico é realizado através de videolaproscpia que visualiza lesões e também a biopsia.

Depois do diagnóstico existem várias opções de tratamento tanto para a endometriose, quando para a infertilidade, nos casos que a fertilidade foi prejudicada é possível a reprodução assistida (FIV, inseminação, fertilização), geralmente a camada interna do útero é preservada, que não impede de a mulher gerar o bebe de forma natural.

A doença ainda não tem cura definitiva explica a Dra. Amanda Volpato, mas os tratamentos melhoram muito a qualidade de vida das pacientes e a infertilidade pode ser contornada.

Fique atenta para os principais sintomas:

Como relatado anteriormente um dos principais sintomas são a dor e dificuldade em engravidar.

Existem mulheres que sentem dores muito fortes e outras que não sentem nenhum desconforto, outros sintomas possíveis são:

 

  • Cólicas menstruais intensas e dor durante a menstruação;
  • Dor no período pré-menstrual;
  • Dor durante as relações sexuais;
  • Dor difusa ou crônica na região pélvica;
  • Fadiga crônica e exaustão;
  • Sangramento menstrual intenso ou irregular;
  • Alterações intestinais ou urinárias durante a menstruação;
  • Dificuldade para engravidar e infertilidade.

 

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Onze mitos e verdades sobre fertilidade

 

#1 – Aborto natural reduz as chances de engravidar novamente.

MITO. Uma gravidez interrompida naturalmente por si só, não atrapalha novas gestações. Porém se houver recorrência é preciso investigar melhor, para identificar o que está acontecendo.

#2 – Obesidade prejudica a fertilidade?

Verdade. A obesidade pode causar disfunções hormonais que prejudicam o ciclo menstrual e a ovulação. Nos homens pode alterar o metabolismo, que influencia na mobilidade e forma dos espermatozoides.

#3 Os ovários policísticos impedem a gravidez.

MITO. Embora a (SOP) Síndrome dos ovários policísticos possa causar a falta de ovulação gerando a infertilidade, existem várias formas de tratamento que podem ajudar a mulher a engravidar. Muitas mulheres com SOP engravidam naturalmente. Os tratamentos para mulheres com ovários policísticos que desejam engravidar têm ótimos resultados

 

#4 – Atividade física em excesso pode atrapalhar a fertilidade?

Verdade. Atletas de alto desempenho com adoção de dieta rigorosas, com alta carga de estresse físico e emocional, podem sofrer de amenorreia, ou seja, falta de menstruação.

#5 – Fumar pode causar infertilidade?

Verdade. O tabagismo e o alcoolismo reduzem a fertilidade de homens e mulheres, neles os espermatozoides tem sua morfologia alterada e com dificuldade de locomoção, nas mulheres a qualidade dos óvulos também é reduzida.

#6 – Doenças sexualmente transmissível (DST), podem causar infertilidade?

Verdade. Doenças como gonorreia e clamídia respondem por 10 a 15% dos casos de infertilidade. Podem provocar inflamações no aparelho reprodutor feminino e alterar a produção de espermatozoides.

#7 – As mulheres geralmente são mais inférteis que os homens.

MITO.  Os casais inférteis têm 40% das causas nas mulheres, 40% nos homens e 20% em ambos. Portanto a afirmação é falsa.

#8 – O diabetes afeta a fertilidade?

Verdade. A diabetes causa transtorno hormonal que afeta a fertilidade de homens e mulheres. Por isso é fundamental o controle da diabetes e o acompanhamento médico, sobretudo nas pessoas que desejam ter filhos.

#9 – Se o homem já tem filho, então a infertilidade é pode ser da mulher?

MITO. Entre um filho mais velho e uma nova tentativa de ter filhos o homem pode ter sofrido alterações no sêmen que podem impedir de ter filhos novamente. Por isso é importante realizar exames que verifiquem a fertilidade masculina.

#10 – O uso prolongado de anticoncepcional pode causar infertilidade.

MITO.  O que geralmente acontece é que o uso da pílula pode “mascarar” problemas nos ovários (dificuldade de ovulação. Por exemplo), que só será descoberto após a suspensão da medicação.

#11 – A idade afeta a fertilidade.

Verdade. A idade da mulher é um dos principais fatores quando se calcula as chances de engravidar. Porém existem muitos tratamentos que podem melhorar a fertilidade feminina, por isso é importante procurar um médico especialista em reprodução humana.