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A endometriose atinge entre 10% e 15% das mulheres em idade reprodutiva, é caracterizada pela fixação do endométrio em órgãos como trompas, ovários, bexiga o intestino. O endométrio que deveria ser eliminado na menstruação migra em sentido contrário e se aloja nesses órgãos.

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Além de vários sintomas como dor pélvica, menstruação dolorosa a mulher pode sofrer de infertilidade.

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Quais exames devo fazer para saber se posso ter filhos?

Os exames necessários variam de acordo com o paciente, o médico especialista em reprodução humana, irá solicitar os exames para investigar as causas da infertilidade. Esses exames são diferentes nos homens e nas mulheres.

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Entre os homens incluem: espermograma, dosagem hormonal e ultrassom transretal e escrotal. Entre as mulheres os exames incluem: exame ovulação, histerossalpingografia, dosagem hormonal, reserva ovariana, cariótipo e ultrassonografia pélvica.

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A FIV Clássica é realizada colocando os espermatozoides em contato direto com os óvulos captados no tratamento. Sintetizando o que ocorreria no processo natural nas tubas uterinas da mulher.

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A ICSI (injeção intracitoplasmática de espermatozoide) consiste basicamente em injetar o espermatozoide diretamente dentro do óvulo para que a fecundação possa ocorrer.

Não existe uma técnica melhor que a outra, a escolha da técnica irá depender do tipo de infertilidade que atinge o casal, geralmente a ICSI é a opção para casais que possuem alterações graves ou moderadas no sêmen, e que não iriam ter sucesso no uso da FIV.

In vitro fertilisation, IVF macro concept, shallow dof.
In vitro fertilisation, IVF macro concept, shallow dof.

Quando não alterações significativas no sêmen é preferível utilizar a FIV clássica.

Dr. Amanda Volpato Alvarez – www.amandavolpato.com.br

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O teste de ovulação é vendido em farmácias e pode ajudar mulheres que estão com dificuldade de engravidar ou que tenham dificuldade em datar seu período fértil. O teste é realizado por meio da urina, com a detecção do aumento nos níveis de hormônio luteinizante (LH). Quando a presença deste hormônio aumenta indica que os ovários estão prestes a liberar o óvulo e já houve a maturação do folículo, sendo normal que, após um resultado positivo no teste, demore entre 12 e 48 horas para que ocorra a ovulação.

Normalmente o teste de ovulação vem com cinco tiras que podem ser usadas para fazer o teste por cinco dias consecutivos. A urina, de preferência colida pela manhã, pode ser depositada em um recipiente e coloca-se então a tira até a marca indicada e espera-se entre três e cinco minutos para ter o resultado.

No caso de testes de ovulação, é comum que as duas linhas apareçam e deve-se informar na embalagem quando o resultado aponta para o positivo ou negativo.

Os testes de ovulação, no entanto, não devem ser usados como método contraceptivo e também não ajudam a identificar problemas de infertilidade feminina, sendo que nesses casos um especialista deve ser procurado. Casais tentando engravidar há mais de um ano, sem sucesso mesmo usando os testes de ovulação, é indicada a procura de uma clínica de reprodução humana para identificar possíveis problemas e dar início ao tratamento.

 

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Anemia na gestação
A anemia é uma condição na qual o número de células vermelhas do sangue e sua capacidade de transporte de oxigênio são insuficientes para atender as necessidades fisiológicas.
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A maior causa da anemia durante a gravidez, é devido à carência de ferro, que pode ser suprida com uma alimentação equilibrada. Estudos indicam que 52% das grávidas no Mundo são anêmicas e a maioria dos casos encontram-se em países em desenvolvimento.

Para a grávida:
Comprometimento do desempenho físico e mental;
Pré-eclâmpsia e alterações cardiovasculares;
Diminuição da função imunológica;
Alterações da função da tireoide;
Queda de cabelos e enfraquecimento das unhas;
Menor tolerância às perdas sanguíneas do parto, resultando em maior risco de anemia pós-parto e hemotransfusão

Para o feto:

Morte (abortamento e óbito intrauterino);
Hipoxemia fetal (sofrimento fetal);
Prematuridade;
Quadro séptico por ruptura prematura de membranas;
Restrição de crescimento intrauterino, muitas vezes com alterações irreversíveis do desenvolvimento neurológico da criança

Por isso salientamos a importância de uma alimentação equilibrada, se possível com acompanhamento de um nutricionista.

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É importante salientar que estamos somente divulgando a matéria, e não sugerindo uma forma de lidar com a dor da perda, é somente um relato que achamos interessante divulgar em nosso site.

fonte: http://www.bbc.com/

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Wendy Cruz-Chan teve uma infecção no fluido amniótico e na sua placenta, uma condição que afeta entre 2 e 4% das mulheres grávidas. Em depoimento à BBC, ela conta como doar seu leite a ajudou a superar a perda do bebê:
“Meu marido e eu ficamos superfelizes quando descobrimos que eu estava grávida. Com 16 semanas, descobrimos que teríamos um menino – o primeiro em ambas famílias. Era a realização de um sonho. Até então só tínhamos mulheres! Já estávamos com tudo pronto para o nascimento. Literalmente tudo. Eu estava pronta para esse bebê muito antes do parto.

Eu estava com 19 semanas e três dias. Era a semana da Independência aqui nos Estados Unidos. Comecei a sentir sintomas de gripe, mas é bem comum ficar doente durante a gravidez, então não demos muita atenção. Na segunda-feira, dia 4 de julho, minha febre continuou a subir e eu não melhorava. Naquela tarde, fomos para a Emergência.
Eu estava em trabalho de parto. Eu tinha dois centímetros de dilatação, eles não conseguiam impedir isso. Meu útero estava muito sensível devido a uma infecção. A placenta estava infectada, assim como o fluido amniótico. Não tinha como salvar o bebê.

Quando eles me deram a notícia, não consegui aceitar. Eu pensei que havia algo que eles pudessem fazer para salvar meu bebê. Estamos em um mundo moderno, temos toda essa tecnologia.
 
Meu marido e eu tivemos que pensar no que fazer: organização do funeral, comprar um caixão, decidir entre cremação ou enterro. Tivemos que pensar em tudo isso enquanto eu ainda estava grávida, com dor e sabendo que teria de dar a luz ao meu filho, que iria morrer.
 
Em vez de celebrar a sua vida, tive que preparar a sua morte.
 
Meu marido estava preenchendo papéis e me fazendo perguntas. ‘Que nome daremos ao nosso filho?’, ele me perguntou. Eu lembro de olhar para ele e dizer ‘vamos dar o nome de Killian’. Sempre falamos sobre dar esse nome.
Uma hora depois, eles induziram o parto e minha bolsa d’água estourou. Tudo que tive que fazer foi dar um pequeno empurrão e ali estava ele. Ele era todo vermelho e pequeno. Parecia estar se movendo um pouco, ou talvez era apenas a minha mente querendo pensar que ele ainda estava vivo. Eu estava tocando ele e lembro de dizer mentalmente ao meu filho ‘por favor se mexa, por favor esteja vivo’.
 
Eu chorei como nunca antes. Então entrei em estado de choque e apaguei.
Quando acordei, tudo estava quieto. Eu consegui segurar meu filho e pedir desculpas a ele por ter falhado, por não ter feito a única coisa que eu deveria ter feito: protegê-lo.

 

Quando fui liberada do hospital, meus seios começaram a vazar. Eu não sabia o que fazer. Eu sabia que aqui em Nova York há uma demanda enorme de leite materno então perguntei ao meu marido como ele se sentiria se eu o doasse. Ele disse que era uma ótima ideia.
 
Eu achei destinatários através das redes sociais. Foi incrível. Encontrei seis mães que precisavam de leite e eu continuava produzindo. Doei cerca de 58 litros até agora.
 
Algumas das mães não conseguiam produzir leite sozinhas por causa de estresse ou condições médicas. Um dos bebês que precisava do meu leite tinha um distúrbio genético na pele chamado epidermólise bolhosa (EB). Meu leite materno o ajudou a curar suas bolhas e ajudou na sua digestão.
 

Doar leite me pareceu natural, como se fosse a coisa certa a fazer. Poder compartilhar o sacrifício de Killian com outros bebês que precisavam disso fez eu me sentir muito bem. Foi quase como se esses bebês se tornassem meus de alguma maneira.
 
Agora eu estou tentando acostumar meus seios a interromper a lactação, já que está se tornando prejudicial à minha saúde. É como mais uma perda para mim. Meu leite era tudo que restava de Killian.
Mas eu estou muito feliz por poder ter feito algo para honrar Killian. Eu não queria ser apenas mais um caso de natimorto. Eu queria cumprir um dever como mãe.
 
Eu não tinha um bebê para tomar conta, para vestir, trocar fraldas. Mas eu fui capaz de aleitar e doar a outros bebês, e isso nos ajudou a curar a perda.”

 

Fonte: http://www.bbc.com/

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Mãe aos 62, espanhola diz que ‘a natureza dá os limites, não os ginecologistas’
20 outubro 2016
Uma médica espanhola conseguiu dar à luz a uma menina saudável aos 62 anos de idade.
Lina Álvarez se submeteu a um tratamento de fertilização in vitro e sua filha, também chamada Lina, nasceu no dia 10 de outubro pesando 2,4 quilos.
A criança nasceu graças a uma cesárea e as duas foram liberadas do hospital na cidade de Lugo, na região da Galícia, uma semana depois do parto.
Álvarez afirmou que mulheres mais velhas e saudáveis não deveriam ter medo de ter um filho caso queiram.
“A natureza é muito sábia e impôs os limites, não foram os ginecologistas. Foi uma gravidez normal, que progrediu naturalmente”, contou.
“Mostrei que você pode ter um filho nesta idade, se você for saudável. Muitas querem ter um filho, mas, com a falta de informação (abandonam a ideia).”
“Encorajo todas elas. Mando uma mensagem de esperança para que elas sigam seus sonhos, é um sonho muito grande”, acrescentou.
Outros filhos e críticas
Lina é a terceira filha da médica espanhola. Álvarez tem um filho de 27 anos que sofre de paralisia cerebral e um mais novo, de dez anos, que também nasceu graças a uma fertilização in vitro.
Mas Álvarez também foi alvo de críticas por querer ter outro filho aos 62 anos. Ela contou ao jornal La Voz de Galicia que não leu as críticas, mas que respeita a opinião dos outros, apesar de pensar diferente.
“Alguns de meus colegas foram os primeiros a fazer acusações. É fácil falar da vida dos outros, criticar; é fácil também falar das pessoas sem saber suas circunstâncias. (…) É fácil falar sem saber, falar pelas costas, sem mostrar o rosto.”
“Todos – absolutamente todos – que me conhecem me dão os parabéns porque veem que estou totalmente feliz. Estou aproveitando plenamente minha gravidez e insisto que estou totalmente capacitada física e mentalmente para criar meus filhos”, declarou a médica ao jornal espanhol.
A história repercutiu e, de acordo com o La Voz de Galicia, chegou a jornais dos Estados Unidos.
Segundo o jornal britânico The Telegraph, Álvarez contou que recebeu telefonemas e mensagens do mundo todo dando os parabéns. Outras mulheres também ligaram perguntando sobre a clínica onde ela fez o tratamento para engravidar.
Mas a médica disse ao La Voz de Galicia que sabe que o ginecologista responsável pelo tratamento de fertilidade também “foi alvo de críticas ferozes”.
“Essa foi uma das razões pelas quais não divulguei seu nome em nenhum momento”, afirmou.
Apesar das críticas e polêmicas, Álvarez não é a mulher mais velha a ter um filho. Pelo menos três mulheres na Índia alegam ter tido filhos quando já estavam com 70 anos ou mais.
Omkari Panwar, que afirmava ter 70 anos, deu à luz a gêmeos em 2008. Meses depois, Rajo Devi Lohan, também com 70 anos, teve sua primeira filha.
Daljinder Kaur, que pode ter 72 anos apesar de ter alegado ter apenas 70, teve um filho em abril de 2016, depois de tentar a fertilização in vitro três vezes.

 

fonte: http://www.bbc.com/portuguese/geral-37722704

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A endometriose é uma doença que afeta cerca de 10% a 15% das mulheres em idade fértil, tem como característica a presença do tecido endometrial fora da sua localização normal, o endométrio deve estar presente somente dentro da cavidade uterina.

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Quando o endométrio está na localizado fora da cavidade uterina configura-se a endometriose, nesses casos pode estar no peritônio, nos ovários, nas trompas e infiltrando em tecidos fibrosos atrás do útero por exemplo.

O principal sintoma da endometriose é a dor pélvica crônica, as pacientes relatam dores muito fortes, antes e durante a menstruação, e geralmente esse quadro se agrava com  passar do tempo.

Outros sintomas conhecidos são

  • Dor durante a relação sexual
  • Dor ao evacuar ou diarreia durante a menstruação
  • Dor para urinar no período menstrual
  • Dores entre as menstruações
  • E infertilidade

Endometriose e a infertilidade

Outro grande problema que a endometriose causa é a dificuldade para engravidar, sendo responsável por 40 à 50% dos casos de infertilidade.

Os problemas causados pela endometriose podem ser:

  • Entupimento das trompas
  • Deficiência no transporte do óvulo fecundado
  • Alterações na ovulação
  • Dificuldades na aderência do óvulo fecundado

O tratamento da endometriose pode ser cirúrgico para reverter os sintomas e restaurar a infertilidade, ou no caso da infertilidade é possível utilizar FIV (Fertilização in vitro) para a mulher conseguir engravidar.

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Pesquisas revelam que a gravidez depois dos quarenta anos aumentou 17% no Brasil nos últimos anos.

Segundo a Dra. Amanda Volpato Alvarez CRM 122.447 essa tendência é irreversível, devido as condições sociais, econômicas e culturais modernas, na qual o contexto da mulher é totalmente diferente. Hoje os casais programam para ter filhos com maior estabilidade econômica e emocional, as mulheres muitas vezes buscam o crescimento na carreira profissional e a gravidez acaba ficando para depois.

No entanto a fertilidade da mulher está ligada diretamente a sua idade, quanto mais idade menor a fertilidade, o mesmo ocorre com o homem, no qual a qualidade dos espermatozoides também é reduzida.

Além da fertilidade a gestação depois dos 40 também tem outros riscos, como maior incidencia de má formação genética e complicações na gestação.

Todo esse contexto evidencia a necessidade de um acompanhamento profissional especial, para isso temos hoje a medicina reprodutiva, que oferece diversas alternativas, para aumentar as chances de gravidez, reduzir riscos durante a gestação e analisar melhor os riscos de doenças genéticas.

Os avanços nessa área da medicina são diários e constantes, todos os dias novas técnicas surgem, novos testes dão certo e casos clínicos de sucesso são apresentados.

É importante dizer que muitos procedimentos estão em fase inicial, com um ou outro resultado positivo, e portanto irão demorar para ser amplamente oferecido para os pacientes.

No entanto temos muitas alternativas já testadas e funcionais, que aumentam as chances de gravidez em até 45%, como a A FIV clássica que é uma opção para muitos casais.

As técnicas são várias e para saber qual a melhor para o casal são necessários exames, diagnóstico correto e uma avaliação minuciosa, para oferecer os tratamentos mais adequados.

Portanto o contexto da gravidez após os 40 é que embora haja riscos e desafios, a medicina reprodutiva oferece alternativas e tratamentos que podem auxiliar os casais.

Dra. Amanda Volpato Alvarez

menopausa
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Engana-se quem pensa que a menopausa é o fim para aquelas mulheres que querem engravidar. Hoje, com o avanço da ciência, é possível ter filhos até quando o corpo feminino for capaz de aguentar, por meio da utilização de óvulos de doadoras.

“Se desejar, a mulher tem de fazer um tratamento intensivo e um procedimento de fertilização in vitro. Não há limite de idade, cada pessoa é cada pessoa, e o índice de gestação em casos de esterilidade chega a 60%”, afirma Elizabeth Leão, ginecologista do hospital da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

As especialistas lembram, no entanto, que é sempre bom ser prudente. “O útero não envelhece e, sendo preparado, pode receber um embrião e a mulher engravidar. Entretanto, sempre tem que se ter bom senso e também não colocar a mulher em risco com uma gravidez”, diz a ginecologista Amanda Volpato Alvarez, especialista em medicina reprodutiva do IPGO (Instituto Paulista de Ginecologia, Obstetrícia e Reprodução Assistida)

“O médico sempre tem de ser criterioso e ver aquelas que podem, pois uma gravidez aos 45 anos é diferente de uma aos 25”, completa Leão. Uma avaliação cardiológica é sempre aconselhável, uma vez que a gravidez pode sobrecarregar a atividade cardíaca. Mulheres que já tenham algum problema de saúde, como hipertensão arterial e diabetes, por exemplo, devem avaliar com cautela os riscos de uma gravidez em idade avançada. “E claro, pensar também na criança, porque, quanto mais idade tem o casal, maiores as chances de a criança ficar órfã cedo”, lembra Alvarez.

Oscilações hormonais

Durante a menopausa, ocorrem inúmeras mudanças hormonais no corpo feminino, que podem ou não trazer desconforto. As principais alterações ocorrem na produção de estrogênio, hormônio responsável pelo desenvolvimento do útero e pelo ciclo de ovulação, e a progesterona, que controla a menstruação. “As ondas de calor resultantes das oscilações hormonais são o mais típico sintoma. Elas estão presentes em 60% a 75% das mulheres”, afirma Alvarez.

Outras alterações comuns nesta fase são no aspecto da pele, queda de cabelos e aumento de peso. Algumas mulheres apresentam ainda insônia, depressão e ansiedade.

São comuns também a diminuição da libido e a secura vaginal. Porém, Leão lembra que cada mulher é um universo e esses problemas podem ter mais a ver com a fase da vida em que acontece a menopausa do que, de fato, com as alterações hormonais do período. “A diminuição é discreta e compatível com o que acontece na vida da pessoa no momento, que em geral vive um relacionamento antigo”, diz a médica.

Para todos esses sintomas, a terapia de reposição hormonal, que causa grande medo em algumas mulheres, é a mais indicada, segundo as especialistas. As contraindicações são para mulheres com histórico de câncer de mama, doenças coronarianas e doenças tromboembólicas.

Saiba mais em: Uol – Saúde