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OVODOAÇÃO E A EXPRESSÃO GENÉTICA

OVODOAÇÃO E A EXPRESSÃO GENÉTICA

 

A ovodoação compartilhada talvez seja um dos processos mais bonitos e generosos de gravidez, principalmente devido ao seu processo em que duas mães geram um filho.

 

Explicando, neste procedimento uma família não consegue engravidar por falta de óvulos da mulher. Para solucionar, há a doação de óvulos por outra mãe, sendo que o meio mais comum de haver esta transferência é por meio de uma espécie de banco de óvulos.

 

Após uma série de exames para buscar o óvulo de quem possua as características mais parecidas possíveis com a receptora, é realizada a Fertilização In Vitro, no qual é usado o óvulo doado e somado ao gene do pai, acontecendo então a fertilização em laboratório para fecundar na futura mãe.

 

E é aí que entra uma parte singular desta técnica: A doadora colabora com o DNA que estará presente no bebê, mas a receptora colabora com a expressão por causa de um fenômeno chamado epigenética.

 

Presente em todos nós, a epigenética é um fenômeno no qual o ambiente molda a forma o corpo lê e usa o DNA, e reflete diretamente nas características que os filhos terão durante a gravidez, infância e vida adulta.

 

Ou seja, isso significa um impacto direto nos nove meses em que o bebê está dentro do útero da mãe, e com isso podemos afirmar que esse bebê terá as muitas características da mãe que o gerou, nutrientes, sentimentos e muitas variáveis são transmitidas durante o magnífico momento da gestação.

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